segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Medal of Honor: Warfighter contará com modo cooperativo e morte com apenas um tiro
De acordo com o site CVG, que tirou informações do OXM US, o foco do game é inteiramente na realidade dos combates de soldados de elite. Medal of Honor: Warfighter usará a conhecida engine Frostbite 2.0 — a mesma de Battlefield 3 — o que acarretará em uma melhora significativa no visual e em toda a parte gráfica.
O game ainda contará com o retorno de Preacher, Voodoo, Mother e outros personagens principais da série. O game foi escrito em conjunto a oficiais de verdade, depois de missões reais. Apesar disso, a Danger Close salienta que Warfighter preza pela maior “autenticidade” e não pretende fazer um simulador. Ou seja, sua energia ainda será recarregada sozinha.
Os fãs podem esperar um modo hardcore de morte com apenas um tiro, além de algum tipo de jogabilidade em formato cooperativo, possivelmente online e não para toda a campanha. Medal of Honor: Warfighter deve chegar às prateleiras das lojas de todo o mundo no final deste ano.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Coluna: as notas em análises de jogos são tudo para você?
Quando o sistema de notas foi criado, nos primórdios dos sites de internet, gamers costumavam levar os valores das análises a sério. Mas hoje, a situação é bem diferente: o que era para servir de referência de qualidade para os leitores tornou-se apenas uma desculpa para discussões.
Não é nada difícil encontrar exemplos disso. Quase todas as análises do BJ contam com comentários reclamando da falta de profissionalismo de quem analisou o game, já que “o jogo merecia uma nota melhor”. E, é claro, o número de reclamações aumenta exponencialmente se o título for muito aguardado.
De 0 a 10 para 6 a 10
A evolução da internet e dos próprios jogos, a meu ver, tornou a todos muito mais exigentes. Antigamente, as notas seguiam uma escala linear, onde o valor representava com fidelidade a qualidade do título; agora, os gamers veem os números da seguinte forma:
- Até 6: pior jogo do mundo, podia levar um zero que não faria diferença;
- 7: jogo horrível;
- 8: jogo médio;
- 9: jogo bom;
- 9.5: únicos games que realmente valem a pena jogar;
- 10: a nota que todos os títulos de franquias famosas deveriam receber, de acordo com os fanboys.
Pode até parecer exagero, mas fica a pergunta: se você visse um título que pareceu interessante, mas que tinha uma análise entre 6 e 7, você compraria ele? Provavelmente não.
Fanboys vs profissionalismo
Sou fã declarado da série Zelda desde que tenho lembrança. Mas quando Skyward Sword foi lançado, sofri de um forte conflito interno. Isso porque meu lado fanboy realmente ficou feliz com a nota da avaliação, enquanto minha parte racional pensava que o novo título merecia menos, por culpa de sua repetitividade.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Street Fighter X Tekken
sábado, 11 de fevereiro de 2012
America`s Army 3
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Sniper: Ghost Warrior
A guerra está prestes a ser encarada de outro ângulo. Em Sniper: Ghost Warrior você assume o papel de dois atiradores de elite do exército americano, que foram incumbidos da tarefa de viajar até o país fictício de Truena — situado na América do Sul — para libertá-lo das forças opressoras da ditadura.
Ao contrário de muitos jogos modernos de tiro em primeira pessoa, o foco de Sniper reside justamente na capacidade do jogador agir como um atirador de elite, buscando os melhores pontos para a execução de seus alvos, sem ser pego em meio ao caminho ou ainda depois do disparo. Vale notar que a selva e a cidade abrigam inúmeras trilhas alternativas, o que incentiva o fator de exploração.
O momento do disparo é simulado com muito realismo, incluindo dados de batimentos cardíacos (que quanto mais acelerados — seja depois de corridas ou em momentos de tensão — mais dificultam o controle da respiração e da precisão), medidores de velocidade, distância e até mesmo indicadores de pontos vitais nos alvos.
É claro que o game não é feito apenas de missões sigilosas, afinal, muitos dos trechos envolvem combates diretos com metralhadoras, com o diferencial de que eles requerem atenção especial do jogador em relação à sua vida, recuperada através do uso de kits médicos. Ao todo são mais de quinze missões com muito realismo, para os amantes da arte do tiro de precisão.
ArmA II: Operation Arrowhead
Operation Arrowhead é uma expansão "standalone" (pode ser jogada separadamente de ArmA 2) do segundo título da famosa franquia de guerra. Os desenvolvedores da Bohemia Interactive, aqui, tentam cativar tanto iniciantes quanto experientes na série com uma campanha intrigante e cenários atraentes do Oriente Médio. Agora, o território principal é Takistan.
Desta vez, não há um personagem principal a ser controlado. Assim, o gamer deve comandar vários combatentes de diferentes áreas militares. Os três novos mapas brilham na expansão: uma enorme cidade e dois grandes campos. Só que essas áreas simplesmente não possuem limites definidos. Ambientes gerados via programação procedimental estarão à espera por aqueles que desejam atravessar as fronteiras naturais dos cenários.
Outras novidades? Pois bem, que tal uma bolsa opcional de equipamentos adicionais para a equipe? Outra inovação é a possibilidade de aplicar contra-recursos enquanto o jogador se encontra em uma aeronave sob ataque. Um novo radar mostra os projéteis iminentes na tela e um editor de missões prático está disponível aos gamers cheios de criatividade.
Atualizações gráficas denotam o esforço dos desenvolvedores em apresentar cenas ainda mais impactantes. Isso vale para sombras, modelagens e cenários destrutivos. Por mais repetitivas que sejam certas animações, é sempre bom devastar uma construção com um tanque de guerra.F.E.A.R. 3
F.E.A.R. 3 é o terceiro jogo da franquia homônima que traz uma mistura de ação e horror sob a perspectiva de primeira pessoa, concebendo um FPS diferente do convencional. Agora, a responsável é a 1 Day Studios, que substitui a Monolith, responsável pelos dois títulos predecessores.
Neste game, o jogador conhece a história dos irmãos Point Man e Paxton Fettel. O segundo, como os fãs devem reconhecer, era o principal vilão do primeiro jogo da franquia, no qual Point Man agia como o protagonista que buscava eliminar Fettel. Agora, anos após os acontecimentos de F.E.A.R., Fettel, morto no primeiro game, retorna como fantasma, e busca ajuda de Point Man para encontrar a temível Alma.
F.E.A.R. 3 conta com foco no modo cooperativo, trazendo uma campanha estrelada pelos dois personagens. Cada um deles conta com um tipo de jogabilidade diferente. Point Man, por exemplo, traz controles convencionais para a franquia, apresentando um arsenal de armas militares e a possibilidade de diminuir a velocidade do tempo.
Já Fettel possui habilidades exclusivas para quem já passou dessa para uma melhor. Mesmo com um buraco na cabeça, o fantasma consegue enxergar alguns locais invisíveis para seu irmão. Cabe ao jogador que controla Fettel decidir se contará ou não o que acabou de ver. Além disso, a assombração pode lançar explosões psíquicas e controlar os corpos dos inimigos. Também é possível possuir as pessoas, tomando controle dos oponentes e assumindo seus ataques e movimentos.
As sequências com os trajes robóticos conhecidos como Mechas, de F.E.A.R. 2, também estão de volta. Agora, contudo, há uma exigência maior do jogo em relação ao jogador, obrigando-o a prestar mais atenção em seus movimentos e a administrar melhor sua munição. Em certos momentos, os dois irmãos controlarão estas máquinas, atacando inimigos como helicópteros e outros.